Páginas

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Você cidadão!

A entrevista a seguir foi concedida por Nathane, uma menina de 14 anos.
Não tenho vergonha de ser quem sou: negra.
MBP - Como foi que você percebeu que precisava mudar a forma como lidava com seus cabelos?
Nathane - Sempre alisei mas não tinha satisfação. Um dia faltei aula para ir ao salão alisar o cabelo e soube pelos meus amigos que vocês (Meninas Black Power) tinham ido à escola. Fiquei triste por não ter encontrado vocês mas fiquei curiosa pra saber do que falavam.
MBP - Qual foi a sua sensação quando viu tantas mulheres crespas juntas?
N - Me senti enganada. Sempre ouvi que meu cabelo era feio e vi em vocês que era mentira. Vi que eu não precisava ter vergonha do meu cabelo.
MBP - Como foi conversar com seus pais sobre a transição e a sua vontade de usar os cabelos crespos?
N - Minha mãe aceitou bem, mas meu pai teve muito receio porque eu já fui muito triste por causa do meu cabelo. Eu tinha um "complexo", não queria sair de casa e ele ficou preocupado que esse "complexo" voltasse.
MBP - Como são os comentários que você já começou a ouvir?
N - Meus amigos apoiam, mas os comentários negativos de outras pessoas que nem conheço ainda me deixam triste.
MBP - Você pensa em relaxar o cabelo?
N - Não. De jeito nenhum.
MBP - Quais os desafios você acha que vai enfrentar usando seu cabelo natural?
N - Críticas, preconceitos, vou ter que enfrentar as pessoas que acham que eu tenho que ter cachos. Tenho primas que tem cachos, isso é visto com bons olhos, e as pessoas não conseguem entender que o que eu quero é deixar meu cabelo natural como ele é. Pensam que entrei em transição para relaxar. Acho que preferem não me ouvir. Não quero relaxar, nem cachinhos feitos no salão, quero meu cabelo natural como ele é.
disponivel em : http://www.geledes.org.br/meninas-black-power-nao-tenho-vergonha-de-ser-quem-eu-sou-negra/#gs.uYFaG8s

Reflita e opine: O que se pode fazer para combater esse tipo de preconceito?

terça-feira, 9 de maio de 2017

Povos e Culturas Africanas: Malineses, Bantos e Iorubás

1- QUE FONTES PODEM SER USADAS PARA ESTUDAR O IMPÉRIO DE MALI?
2- COMENTE SOBRE A IMPORTÂNCIA DOS GRIÔS PARA OS POVOS AFRICANOS.
3- CARACTERIZE OS POVOS BANTOS E QUE REINO ELES FORMARAM?
4- NO REINO DO CONGO OS HOMENS E MULHERES TINHAM OS MESMOS TRABALHOS? JUSTIFIQUE.
5- CITE PALAVRAS DE ORIGEM BANTA QUE SÃO USADAS NA NOSSA LÍNGUA PORTUGUESA.
6- EXPLIQUE COMO ERA PRATICADO O COMÉRCIO ENTRE OS POVOS IORUBÁS.
7- CARACTERIZE O REINO DE BENIN DO PONTO DE VISTA ECONÔMICO , POLÍTICO E SOCIAL.
8- AINDA EXISTEM POVOS DE ORIGEM IORUBÁ NO BRASIL? JUSTIFIQUE.
9- POR QUE DEVEMOS ESTUDAR A CULTURA AFRICANA?
10- QUAL O REINO AFRICANO QUE MAIS LHE CHAMOU ATENÇÃO? POR QUE?

terça-feira, 25 de abril de 2017

Expansão árabe e islamismo

O nascimento do islã e a expansão árabe 

O povo árabe habitava a região da península Arábica, situada entre o golfo Pérsico e o mar Vermelho. Na região que margeia o mar Vermelho, as terras são férteis, favoráveis ao desenvolvimento da agricultura. A parte central da península, ao contrário, é composta de terras desérticas, onde, de quando em quando, aparece um oásis.
Os árabes que viviam próximos ao litoral eram sedentários e se dedicavam ao cultivo e a comércio de seus produtos: cereais, incenso, especiarias e essências. O deserto era habitado por tribos dos chamados beduínos, chefiadas pelos xeques. Viviam em função dos oásis. Eram pastores nômades e dedicavam-se ao comércio. Suas caravanas cruzavam o deserto, carregadas de produtos a serem vendidos nos povoados.
No início, os árabes eram politeístas (acreditavam em vários deuses). Havia, entretanto, um elemento religioso comum – a Caaba – templo de forma cúbica, na cidade de Meca. Lá ficavam os ídolos tribais e, em especial, a Pedra Negra, adorada por toda a população. Segundo eles, a pedra havia sido trazida pelo Anjo Gabriel e era originalmente branca, mas tornou-se negra por causa dos pecados dos homens. Devido às peregrinações dos árabes à Caaba, Meca tornou-se um importante entreposto comercial, dominada pela tribo dos coraixita, guardiões da Caaba. Durante muito tempo, os árabes permaneceram desunidos, sem unificação política e religiosa. Nesse contexto surgiu o criador do islamismo, o profeta Maomé, ele era um condutor de caravanas e criticava uma das maiores fontes de renda de Meca: a peregrinação dos idólatras, que adoravam as várias divindades dos templos locais. Maomé passou a pregar a crença num único deus, Alá, e reuniu suas mensagens num livro sagrado para os muçulmanos, o Corão. Perseguidos em Meca, o profeta e seus adeptos fugiram para Yatreb ou Medina. Essa migração forçada, conhecida como Hégira, marca o início do calendário muçulmano. Ele conseguiu unificar toda a Arábia sob sua liderança e morreu em 632. Após sua morte os califas (sucessores de Maomé) assumiram o poder.
O islamismo, ou islã, é uma religião monoteísta que teve origem na península arábica. Ela é baseada nos ensinamentos de Maomé e seus seguidores são conhecidos como muçulmanos.
Normas de conduta para os muçulmanos:
-orar 5 vezes ao dia, voltado para Meca;
-peregrinar a Meca pelo menos uma vez na vida;
-dar esmolas e ser hospitaleiro com muçulmanos e estrangeiros;
- jejuar do nascer do dia ao pôr-do-sol, durante o mês de Ramadã, 9º mês do calendário árabe.
-combater em nome de Alá (a Guerra Santa contra os infiéis, não-muçulmanos).
Entre os mandamentos do Islã estava a guerra santa aos infiéis ou Jihad, ou seja, todo aquele que morresse por Alá e pelo Corão ganharia o céu automaticamente; o guerreiro árabe não temia a morte; para ele o céu era o prêmio.

Atividades

  1. Qual região foi habitada originalmente pelos árabes? Quais as características geográficas dessa região?
  2. Como viviam os árabes do litoral da península arábica?
  3. Quem eram os beduínos e quem os chefiava? Como viviam?
  4. Como era a religião árabe antes do Islamismo?
  5. O que era a Caaba?
  6. Qual era o principal entreposto comercial da península arábica? Qual tribo controlava essa cidade?
  7. A ” cidade do profeta” foi uma cidade árabe que abrigou Maomé quando ele fugia de seus perseguidores. Estamos falando de...
  8. Qual o significado do termo Hégira e o que ela marca?
  9. Cite quatro normas de conduta para os seguidores do islamismo.
  10. 10 – O que é o islamismo?

sexta-feira, 17 de março de 2017

Revivendo a História através da construção de maquetes.

Buscando tornar a aula mais atrativa e incentivando a pesquisa foi proposto aos alunos dos 7º A e B a construção de maquetes de Feudo.
A primeira fase das maquetes foram os castelos.








sexta-feira, 10 de março de 2017

Você cidadão!

As escolas fundadas no Império Carolíngio visavam, sobretudo, formar altos funcionários e um clero instruídos. O acesso ao conhecimento escolar era, portanto, restrito a poucos. No Brasil de hoje, a imensa maioria das crianças está matriculada na escola.

Pergunta-se: a escola brasileira tem conseguido oferecer um ensino de qualidade?

segunda-feira, 6 de março de 2017

A magia da Idade Média

E se o assunto são reis, princesas, príncipes e cavaleiros, eles imaginam os castelos...




domingo, 19 de fevereiro de 2017

Formação da Europa Medieval

Durante este ano você estudará um período da História conhecido como Idade Média, época em que reis e as rainhas governavam o mundo. Sem esquecer claro, do poder da Igreja e outras questões que abordaremos no decorrer de nossas aulas.
Então vamos começar ...
A partir do século III o Império Romano passava por uma crise, boa parte da população se mudou  da cidade para o campo, essa movimentação ficou conhecida como ruralização.
As pessoas fugiam para o campo em busca de abrigo e trabalho. Os germanos (conjunto de povos que habitavam a Germânia) vindos do norte eram a principal ameaça aos romanos. Os germanos por sua vez fugiam dos Hunos (povos originários da Mongólia).

Uma curiosidade interessante é que os povos germânicos eram considerados "bárbaros" pelos povos romanos, nomenclatura essa que ficou bastante famosa. A palavra bárbaro, do grego bárbaroi, significa literalmente: estrangeiros, ou seja, que não comunicam-se por meio da língua grega e não compartilham a mesma cultura.


Resultado de imagem para invasões barbaras